Segunda-feira, Julho 14, 2008

Morre o companheiro Muntxaraz


O Domingo 29 de Junho, morreu Ramom Muntxaraz. Histórico militante independentista, companheiro da Fouce e vizinho de Bertamiráns, finou após messes de luita contra umha enfermidade contra a que pelejou com enteireza.
Estudoso, solidário com as e os reprimidos polo Estado espanhol ao longo de toda a sua vida, compartiu até o último momento com nós a sua experiência e compromiso com a luita pola liberdade do povo trabalhador galego.
"As pessoas que luitam dias e som boas, hai-nas que luitam meses e som melhores, mas as que luitam toda a vida, essas som as imprescindíveis".

Segunda-feira, Maio 26, 2008

Retiradas placas fascistas da igreja de Ortonho




Nova tirada do periódico “O Pedroso"


Segundo informaçons recolhidas por NÓS-UP na noite da segunda-feira 3 de Março fôrom retiradas as três placas fascistas de um monólito do recinto da igreja de Ortonho .Umha das placas tem a inscriçom "Para los caidos por Dios y por la patria una oración y un recuerdo. Ortoño 1940", outra está dediacda a José Antonio Primo de Rivera e reproduz os nomes de nove vizinhos da paróquia mortos no bando franquista.
A campanha contra a simbologia fascista continua no nosso País perante a passividade institucional após a aprovaçom da morna lei da "memória histórica".

Sábado, Maio 24, 2008

Concelho de Ames coarta liberdade de expressom


Vam já mais de dous anos desde que o Concelho de Ames decidiu, polo consenso dos partidos políticos, proibir o uso das paradas da autocarro para a propaganda de todo tipo, incluido o das associaçons e colectivos como o nosso. O servizo de limpeza tem a orde de arrincar todo, chegando incluso ao paradoxo de arrincar os próprios cartazes do concelho. Assi, por um lado, concelharias como a de cultura deixam quartos em propaganda que é arrincada no mesmo dia polo concelho. Tras várias chamadas de atençom, personando-nos nas concelharias, botam balons fora. Vivemos numha situaçom de censura permanente. Sem nengumha licença aprovada, decide-se arrincar todo. Onde estám os paneis prometidos? É esta a comunicaçom social do Concelho de Ames??
E nom é o único que podemos criticar. Há meses que pedimos a realizaçom dum programa na rádio “pública” Radio Ames, e nom há resposta.
Pedimos também permiso para pôr umha mesa informativa na praça do Concelho, e outro tanto. Que é o que temos que fazer para podermo-nos expressar? Que alguém explique isto.

Terça-feira, Abril 29, 2008

A ANPA do CEP Ventim fai pública a grave situaçom de desatençom e massificaçom do colégio.


A associaçom denúncia que nom estám atendidas as necessidades educativas do CEIP Ventim por falta de pessoal, em quanto a número de nenas/os (há 70 nenos/as com necessidade de apoio educativo, dos quais se conseguem atender apenas 37) , horas que se adicam e apoios e duraçom dos apoios, especialmente as necessidades educativas do alunado estrangeiro (desconhecemento de umha ou duas línguas, desfase curricular e dificultades de adaptaçom). Isto complica-se com problemas de absentismo e baixas associadas a situaçons precariedade social (tanto a nível laboral, como psicológico e de lezer).

Domingo, Abril 13, 2008

A cuitelada definitiva


Hoje os habitantes da Amaía que ficamos sem lobotomizar pola ditadura do automóvel privado temos de abrir os olhos a umha desagradável realidade. A autovia que estragou um anaco das nossas vidas já nom vai ser um carreiro polo qual cruzamos furtivamente coa esperança de que nom nos vejam os seguranças da obra. Desde o passado Fevereiro, para além dumha horrível fenda que parte o monte em dous e ameaça o rio, o delírio dos politicalhos dos três partidos do sistema materializa-se num horrível enxame de veículos. Noutras palavras: abre ao tránsito a autovia Compostela-Briom.Esta via de comunicaçom, que no futuro se prolongará até a ria de Noia, já ergueu umha boa poeira, tanto no sentido literal como do ponto de vista da irritaçom popular. E nem só houvo protestas no concelho de Ames polo referente ao rio Roxos. Também os vizinhos da Rocha tivérom queixas ao respeito. E a nível individual, todo o percurso da nova estrada está revestido de pessoas descontentes.Ainda sem irmos à raiz do problema, sem propormos um modelo de transporte o mais comunitário e o menos poluente possível -que seria a questom-, queremos deixar clara a nossa impressom de que parece que o traçado da autovia se realizou coa ánsia de estragar os espaços mais valiosos da nossa zona. Por riba, os políticos nem conhecem estes lugares e fam ouvidos xordos quando alguém pede a sua protecçom.Até aqui todo foi um grande negócio, é verdade. Mas o realmente suculento está por vir. Esta nova via reduzirá o tempo de duraçom dos trajectos dos apresurados e compulsivos visitantes foráneos. E esta circunstáncia acelerará a destruiçom dos montes e aldeias que se encontram nas margens desta via, a cavalo entre a hiperturistificada Compostela e a potencialmente massificada ria de Muros e Noia. Para mostra os incêndios do verao passado. Aos politiquinhos traidores e aos especuladores profissionais só nos resta dizer-lhes umha cousa: que vos aproveite o vosso negócio especulativo. A ver se empachades com ele.

Domingo, Abril 06, 2008

Vizinhanza indignada exerce presom no pleno do Concelho de Ames o passado 28 de Março


Afectados/as polas obras dumha constructora, trabalhadores com os direitos incumpridos, e vizinhos/as sem direito a um instituto no Milhadoiro mentres os partidos aprovam a construcçom dum macro-quartel da Guardia civil num dos poucos espaços verdes que ficam...Vizinhos/as afectados/as pola construcçom de mais umha obra urbanística na rua Rueiro, em Bertamiráns apresentárom-se no pleno do Concelho do passado 28 de Março. Nom eram os únicos, ali irrumpírom vizinhos/as do Milhadoiro com umha faixa pedindo menos especulaçom e mais educaçom, quando levam anos recevendo promesas dos politicos e nom vem um mísero instituto para umha populaçom tam importante como o Milhadoiro (ademais da massificaçom do colégio de Ventim), mentres estes cedem terreios à Guardia Civil no pouco que fica de verde na vila. Também estavam ali os trabalhadores/as do concelho que vem os seus direitos laborais incumpridos.Carlos Fernández e companhia (PP e BNG incluidos) da mao de empresários, construtores e forças militarizadas: "Ames avanza" cara a especulaçom, a repressom e a precariedade.

Vizinhanza é desalojada por um movimento de terras provocado pola construcçom de mais umha obra urbanística em Bertamiráns.




Na madrugada do passado 27 de Março, produziu-se um afundimento provocado pola constucçom dum complexo residencial na rua Rueiro de Bertamiráns, danando as tuberias do gas natural e de auga municipal. As residentes de 40 pisos tivérom que abandona-los sem nengum tipo de acolhida durante mais de seis horas, e o gas nom foi reposto até passada a meia-noite. Ao parecer, nom foi o primeiro corremento de terra que se produze. É de suponher a indignaçom popular, mentres a mafia urbanística construe enriba de branhas para especular, havendo edifícios deshabitados e com preços totalmente inaccesíveis para a gente comum. Bertamiráns leva anos sendo "terra das oportunidades" para politicos ex-promotores como Carlos Fernández e inmobiliárias como a antiga Mahia (agora Gexpa-Maexpa) que crescérom da mao do governo do fascista Astray e que hoje tenhem propriedades até em Latinoamérica. É representativa esta obra, que se construe pegada a casas de pedra rurais (veja-se o hórreo da foto) do que acontece, aconteceu e seguirá a acontecer (se nom o paramos já) por mor do urbanismo salvage.

Terça-feira, Setembro 04, 2007

MULTAS DE CENTOS DE EUROS POR DENUNCIAR A TORTURA NO ESTADO ESPANHOL



Existe no Val da Amaía a liberdade de expressom?
Perguntade-lhe à Guardia civil.
Durante o mes de Setembro vários/as rapazes/as de Bertamiráns, membrosdo Centro Social A Fouce, receviam nas suas casas umha multa a cadaum/ha de 150 euros por cabeça. O seu delito: sair à rua com umha faixa denunciando as torturas que recolhem organismos europeios como Amnistia Internacional, que sumam centos de casos, e que se producemnas comisarias e cárceres do estado espanhol. Na Amaía, os actos perseguidos nom som a corrupçom urbanística nemo narcotráfego, nem os abusos patronais. Na Amaía persegue-se,identifica-se, cachea-se mensalmente a estes jovens por colar cartazesou mobilizar-se. Por dizer O QUE NOM QUEREM QUE SE SEPA.
A REPRESSOM POLÍTICA NOM OS VAI PARAR
STOP TORTURAS NO ESTADO ESPANHOL E NO MUNDO GUARDIA CIVIL: REPRESSOR DA JUVENTUDE E D@S TRABALHADORES/AS.